28 de Maio de 2017
Opinião
Carlos Leite
Basto, que futuro?

Saber se o futuro que a nossa terra reserva aos seus filhos e netos, é auspicioso, não é um exercício de magia, mas antes de visão na delineação de estratégias de forma a inventar e construir esse mesmo futuro, e num mundo extremamente globalizado e competitivo, no qual entrar é um risco e não entrar é um suicídio, devemos insistir num plano que a médio longo prazo possa encher de esperança este povo, de forma a envolve-lo na missão preconizada.

Não podemos competir com facas aqueles que possuem metralhadoras, por isso devemos ter também a capacidade de saber com devemos competir ou cooperar.

As grandes armas de combate em tempos de globalização, são sem dúvida o conhecimento, a criatividade e a inovação, mas convém aqui referir que estas armas de criação maciça, devem ser aplicadas em áreas que nos são específicas, para que nos possam garantir distinção e autenticidade, e assim aproveitaríamos todo o historial e um saber fazer presente na nossa terra.

As especificidades que me parecem capazes de funcionar como âncoras para um desenvolvimento sustentável são: o património arquitectónico atribuído pelos solares, floresta, agricultura e gastronomia. Por isso, são áreas que merecem um apoio e uma atenção redobrada, por parte dos actores locais na hora de desenhar estratégias de apoio, para as afirmarem no interior, e exportem para o exterior. Apostas nas energias renováveis, na paisagem, nos vinhos verdes na agricultura biológica poderiam emprestar a marca “terra dos verdes”, e funcionar como a grande bandeira capaz de altercar ao mundo, o rumo das Terras de Basto.

Uma interacção próxima entre actores, na criação de redes de cooperação local capazes de auferir escala àquilo que tão bem sabemos fazer, daria fruto com certeza mas, para auspiciar-mos um futuro mais risonho, deveríamos emprenhar este saber fazer com a inovação e criatividade, que só me parece passível de conseguir com uma aposta em centros tecnológicos de investigação e inovação, que sejam capazes de gerar ideias e unir Basto internamente, para assim estabelecer-mos redes de cooperação estratégica externamente, que nos conseguiria por em condições de auxiliar grandes centros urbanos e atrair daí recursos e parcerias com universidades e outros actores motores.

Temos de largar de vez uma tendência de seguidismo em relação ao que se faz nas cidades, e para isso é preciso um rumo determinado com recursos à inteligência, criatividade e inovação que empregue uma cultura de actuação que abrace as nossas especificidades. Temos que preparar um futuro que alimente a nossa esperança e garanta os sorrisos dos nossos filhos e o bem-estar dos nossos netos. 

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Comentários (14)
Kennwhargo disse

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24 de Maio de 2017 04:48




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16 de Março de 2017 08:50





Anónimo disse

e conclusões e resultados dessas trocas de ideias? inúmeros projectos que poderiam ser feitos, com €s vindos da ue para esse fim através de programas e ministérios vários. Por exemplo o monistério da cultura tem um projecto "Ponto de contacto cultural" que está a apoiar projectos no triénio 2010-2013. Outro exemplo são os dinheiros vindos através do pragrama QREN. E neste caso, como bom português, verifica-se que a baixa execução do quadro de referência estratégico nacional pode levar portugal a devolver verbas a bruxelas. estamos em portugal, já nada admira!!! De que é que estão à espera? Onde estão os empreendedores, inovadores, idealistas e utópicos? bástula arcoense


11 de Junho de 2010 17:07




Carlos Leite disse

Cara Bastula Arcoense: Algumas tertúlias e conferencias foram um habito saudável que se fizeram varias vezes há um ano atrás , pena que foi nas vésperas das campanhas eleitorais, e os organizadores e participantes actualmente não se mostram tão disponíveis. Vou falar com supostos interessados, e por aqui mesmo faço-lhe chegar novidades, se as houver. Grato pelo comentário e sugestão


11 de Junho de 2010 02:15




Anónimo disse

porque não organizam umas conferências, palestras, tertúlias ou o que lhe queiram chamar, e abordar esses temas sobre diferentes perspectivas? seria interessante. bástula arcoense


11 de Junho de 2010 00:29




Carlos Leite disse

Caro serHumberto…? Ao publicar as minhas crónicas não pretendo ser ou mostrar-me melhor que ninguém, apenas escrevo o que penso, assumindo os erros e “virtudes” de tal acto. Quando escrevo nunca estabeleço um registo comparativo com alguém, apenas tento, através deste acto contribuir com uma crítica construtiva para o desenvolvimento da nossa terra. Não me acho melhor ou pior por ter “canudo”, nem agiganto ou desvalorizo o que por aí se escreve mediante essa especificidade. Discutir é saudável, em democracia, viver com as opiniões diferentes é bonito, culto até. E quem é culto são essas pessoas que com um espírito positivo tentam contribuir de qualquer modo para o desenvolvimento da nossa terra, seja por trabalhar, ter blogues, escrever em jornais on line, ou até responder a criticas anónimas e depreciativas. Grato pela opinião expressada, só tenho pena que não tenha contribuído com a sua, suposta e brilhante opinião, para assim e em conjunto altercarmos por um futuro melhor


05 de Junho de 2010 01:31




Daniel Oliveira disse

anónimo ser Humberto, o senhor é tão covarde ao falar como fala, sobretudo de quem não conhece, escondendo-se atrás do anonimato. Que moral...


04 de Junho de 2010 14:03




Anónimo disse

serumberto oh.qualquer técnico superior de turismo falará melhor do que aquilo que pretendes transmitir.falas em turismo, entre outras coisas,mas não dizes nem acrescentas nada de novo.discute-se e discute-se e discute-se outra vez e ninguém TEM A CORAGEM de avançar com nada!muitos cronistas houveram antes de si que diziam o mesmo e muito mais, sem recurso a formação superior.discutir é bonito, culto até (Agora quem é culto é quem tem blogues e escreve em jornais,lol,para mim são oportunistas e pessoas que se querem mostrar).o que eu gostava de ver é "acção"


26 de Maio de 2010 21:09




Carlos Leite
disse

Caro Rodrigo,com o facto de comunicar o meu pensamento para a generalidade dos leitores pretendo que todos nos deixemos embalar pelas estratégias e e consequentemente por politicas de desenvolvimento, de forma a tentar perceber qual a receptividade aos mesmos, gostava por isso de perceber a sua opinião em relação as politicas. caro homónimo percebo o seu ponto de vista, no entanto numa primeira fase devemos caçar a vontade de todos, pois começar pela descriminação positiva poderia criar alguma tensão ou quebra numa economia de Basto já de si muito débil. caro anónimo, esses "cegos" também tem capacidade de participar no futuro da nossa terra, quanto mais não seja pelo apoio e pela capacidade mobilizadora que os permite ver em determinada altura. quanto ao outro anónimo agradeço-lhe as palavras pela parte que me toca. Bem hajam


20 de Abril de 2010 01:31




Anónimo disse

parabéns pela diversidade de cronistas, bem como também a qualidade das cronicas, faltando apenas opinião feminina.


19 de Abril de 2010 17:32




Anónimo disse

em terra de cegos como é que alguém pode ter visão...mais vale recorrer á magia


19 de Abril de 2010 17:19




homonimo disse

seria um passo importante, definir estas estratégias com base em analises e pareceres técnicos, que deveriam ter em conta as ideias dos cidadãos e mais tarde ser discutidos abertamente junto da população, á imagem das mensagens que brilhantemente os partidos fazem passar em campanha eleitoral. As pessoas precisam de orientaçao que uma vez respeitada deviam ser premiados com reduçao de impostos ou subsidios, quem não as respeitasse não seria brindado.


19 de Abril de 2010 16:36




Rodrigo disse

É essencial discutirmos as políticas de desenvolvimento. E isto não deverá passar só pelos políticos e deve implicar directamente a sociedade... os cidadãos.


10 de Abril de 2010 17:52








Anónimo:



opinião demarcada
Vídeo em Destaque
Este vídeo foi apresentado no oitavo aniversário da adbasto (Associação de Desenvolvimento Técnico-Profissional das Terras de Basto), e conta, visual e oralmente, a história desta associação.
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